PULSÕES DE VIDA, PULSÕES DE MORTE E COMPULSÃO À REPETIÇÃO

Autores

  • Enio Clovis Vicentin
  • Rogério Miranda de Almeida

Palavras-chave:

Freud, Pulsões, Pulsões de vida, Pulsões de morte, Compulsão à repetição

Resumo

Estas reflexões têm por objetivo examinar a teoria das pulsões em Sigmund Freud e, mais especificamente, a reviravolta que ele operou, a partir de 1920, no que diz respeito às pulsões de vida e de morte. Nós nos baseamos principalmente em dois escritos do inventor da psicanálise: Além do princípio de prazer (1920) e O mal-estar na civilização (1929). Procuramos também fazer ressaltar a nítida diferença que Freud estabelece entre os conceitos de pulsão e instinto. O primeiro significa uma força constante que aspira a saciar-se pela representação ou simbolização, enquanto que o instinto se refere a um modelo de comportamento característico dos animais e dos seres humanos. Em 1920, a teoria das pulsões sofreu uma reviravolta, no sentido em que a oposição que antes ele fazia entre as pulsões sexuais e as pulsões do eu, ou de conservação, desloca-se agora para uma oposição mais radical e primordial, a saber, as pulsões de vida e as pulsões de morte. Ajunte-se que o conceito de compulsão à repetição está essencialmente ligado às pulsões de morte.

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Publicado

2019-04-06

Como Citar

VICENTIN, Enio Clovis; MIRANDA DE ALMEIDA, Rogério. PULSÕES DE VIDA, PULSÕES DE MORTE E COMPULSÃO À REPETIÇÃO. Helleniká - Revista Cultural, Curitiba, FASBAM, v. 1, n. 1, p. 55, 2019. Disponível em: https://fasbam.edu.br/pesquisa/periodicos/index.php/hellenika/article/view/72. Acesso em: 13 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos