NOTAS SOBRE A LIBERDADE DA VONTADE EM AGOSTINHO E ANSELMO

Autores

  • Paulo Martines

DOI:

https://doi.org/10.35357/2596-092X.v1n1p69/2019

Palavras-chave:

Vontade, Liberdade, Livre-arbítrio, Ética, Mal

Resumo

A noção de que a vontade é um bem dado à criatura racional está presente tanto na reflexão de Agostinho como naquela de Anselmo, quando ambos abordam o tema do livre-arbítrio. No entanto, a forma de considerar a vontade difere em cada um deles: para Anselmo, a liberdade será pensada como a reta determinação da vontade para o bem, é o poder de não pecar, expressão da retidão da vontade; já para Agostinho, a vontade livre será pensada como um bem intermediário, que pode aderir ao bem supremo ou afastar-se dele e converter-se para um bem que lhe é próprio, exterior ou inferior. O objetivo deste artigo é apresentar algumas notas de leitura sobre (1) a liberdade da vontade em Agostinho e (2) sobre a definição de liberdade em Anselmo.

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Publicado

2019-01-27